JUEVES, 18 DE JULIO DE 2019 





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ABRIL 2001

ENGLISH ABSTRACTS INSIDE ISSN 0213-8646

Revista de prensa y documentación

II JORNADAS SOBRE “PEDAGOGIA UNIVERSITÁRIA E SUCESSO ACADÉMICO” (Notas)

Universidade de Aveiro (Portugal)

A pedagogia universitária, como qualquer outra actividade ou modalidade de formação, deverá resultar da convergência e articulação equilibrada e realista de três grandes dimensões de competência: a científica, a investigativa e a pedagógica que continuam a ser três pilares essenciais na realização da missão das instituições do Ensino Superior e, por maioria de razão, do ensino universitário. O sucesso académico, que não poderá ser reduzido ao rendimento escolar, é a sequência lógica e desejável de todo esse trabalho.
   
Estes são também os objectivos maiores subjacentes às 2ªs Jornadas, como o foram nas anteriores, embora as actividades incidam mais directamente sobre o envolvimento dos docentes universitários como um dos principais factores para o sucesso académico dos alunos.  

Gostaríamos, por isso, de sublinhar que as 2ªs Jornadas, sem perder de vista os alunos como um dos principais factores de sucesso académico nas instituições do ensino superior e, designadamente, nas universidades, visam especialmente os docentes como outro actor, em nossa opinião, imprescindível para atingir esse objectivo. Neste sentido, convidámos representantes de professores de duas instituições que trabalham  com alunos do 1º ano de Ciências e Tecnologia da Universidade de Aveiro e do Instituto Mauá de Tecnologia do Centro Universitário de Engenharia e Administração (São Paulo – Brasil) que têm preocupações similares, para a apresentarem e discutirem com os pares, os alunos e os responsáveis pelas instituições, as experiências pedagógicas realizadas e em curso, os processos e estratégias utilizados, as dificuldades encontradas e os resultados obtidos.

Este é o grande objectivo da 1ª mesa redonda das Jornadas em torno dos temas: “O Cálculo, a Física, a Química e Introdução à Informática no primeiro ano das licenciaturas em Ciências e Engenharias da Universidade de Aveiro” e “Introdução à Engenharia – origens, planeamento, execução do projecto em módulos e experiência de 4 anos” do Instituto Mauá de Tecnologia do Centro Universitário de Engenharia e Administração de São Paulo. Penso que teremos assunto bastante para um excelente debate.
   
A 2ª mesa, sob o formato de simpósio, incide sobre uma temática que começa a emergir, de um modo mais explícito e assumido por muitos colegas, nas instituições do ensino superior e, designadamente, nas universidades, a saber: a relevância do envolvimento dos docentes universitários no sucesso académico dos alunos. Não é novidade para ninguém que o docente universitário é um dos principais factores do sucesso académico dos alunos, mas a maneira de o preparar, motivar e envolver no processo pedagógico e científico durante a sua formação e no desempenho da sua função docente não tem sido muito consequente e atractivo. Pôr em relevo essa evidência é o objectivo da 2ª mesa em torno do tema: “Relevância do envolvimento do docente universitário no sucesso académico dos alunos” para o qual convidámos um conjunto de personalidades universitárias com saber e experiência académicos sobre a matéria, a quem, desde já agradecemos a disponibilidade. Também este tema, do nosso ponto de vista, se reveste de primacial importância, não apenas em relação ao presente e a um futuro próximo mas também a médio e a longo prazo.

O que se pretende, de facto, é provocar um debate aberto e franco sobre o tema, entre a mesa e os participantes, contrariando assim a tendência que continua a verificar- - se na grande maioria dos encontros em que os debates acabam por não ter lugar prevalecendo a prática de mesas, “mais ou menos ilustres” a falar e auditórios passivos, acomodados e, até, subservientes a assistirem e a ouvirem. Também repudiamos os comportamentos daqueles que apenas comparecem para apresentarem as suas comunicações e desaparecem, de imediato, sem se dignarem participar nos trabalhos dos outros. Não é esse, de todo, o sentido e a prática que gostaríamos de imprimir às presentes Jornadas, bem como a outras iniciativas que pensamos desenvolver no futuro sobre a mesma problemática.

 Os nossos convidados, Bruno de Sousa (Vice-Reitor da Universidade Técnica de Lisboa), Leandro da Silva Almeida (Pro-Reitor da Universidade do Minho), Machado da Silva (Director da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto), Hélio Nani (Professor do Instituto Mauá de Tecnologia de São Paulo) e Fernando Gonçalves (Director do Observatório sobre o Ensino Superior da Universidade do Algarve), no seguimento de algumas conclusões e reflexões decorrentes do projecto de investigação “Factores de Sucesso/insucesso nos cursos de licenciatura do 1º ano de Ciências e Engenharia no ensino superior” a cargo de José Tavares (Coordenador do Projecto), apresentarão as suas ideias e experiências sobre o tema, e, sobretudo, provocarão os participantes para que o debate aconteça, de facto, seja apelativo e envolva todos os participantes. 

São estes os dois cenários das 2ªs jornadas como consta no desdobrável preparado para a sua divulgação. Gostaríamos de, no entanto, avançar aqui algumas notas que não têm outro objectivo que o de antecipar, e, em certa medida, serem pequenas achas para a discussão, sobre os principais campos de incidência que o próprio tema geral das Jornadas encerra, a saber: 
 

1. Pedagogia universitária

Não lhe vou chamar andragogia, “a condução do homem macho” nem antropagogia, “a condução do homem integral”, como Manuel Patrício gosta de dizer, mas simplesmente pedagogia “a condução da criança”, com toda a força que esta designação adquiriu na já longa tradição cultural e educativa, pelo menos, desde a Grécia Antiga. Utilizámo-la com toda a sua força metonímica e, sobretudo, metafórica, no sentido da condução da criança para ser educada de acordo com os ideais da “Cidade-Estado”, da nação, do império, do mundo, do planeta, diríamos, nos nossos dias. Educar, conduzir a educação das pessoas a partir do seu próprio fundo, das suas características e potencialidades para adulto, através de uma “didáctica maiêutica” precedida, sempre que necessário, de “uma didáctica da ironia”, bem nas pisadas e no espírito socrático, conducente a ajudar a modificar as atitudes e a desaprender as coisas inúteis ou incorrectas, inconsistentes, é a verdadeira ascensão (ascese, dialéctica) do espírito rumo ao verdadeiro conhecimento, à sabedoria, de todos os verdadeiramente amigos do saber (os filósofos). Apesar da distância no tempo, não temos dúvida, que esta é a atitude que deverá estar subjacente às formas de aprender e desaprender dos nossos dias, que atravessa os diferentes estádios ou fase da vida humana e não deverá estar ausente das preocupações do docente universitário. Mudam apenas as roupagens e os modos de representar, apresentar e, porventura, de aplicar os conhecimentos sobre uma realidade cada vez mais desvendada, mas sem o poder ser inteiramente, e ao alcance da humanidade.

A esta luz “pedagogia universitária” poderia ser a “condução do estudante universitário” na construção do saber científico, tecnológico e artístico rumo à sabedoria, como objectivo final de todas as competências, básicas, gerais e específicas a atingir.
 

2. Sucesso académico

Como referíamos acima, por sucesso académico gostaríamos de entender o sucesso atingido, durante o tempo da sua vida académica, pelos estudantes, pelos docentes e pela própria instituição como um todo, que se quer que seja de qualidade e, se possível, de excelência. Aliás, todo o programa “repensar os currículos” da Universidade de Aveiro, lançado pela Reitoria, em 1999, que tem como grande objectivo a articulação equilibrada e progressiva dos diferentes componentes de formação no sentido de desenvolver nos estudantes da Universidade as competências desejáveis, ao nível geral, das áreas e dos cursos, inscreve-se nessa mesma preocupação: o sucesso académico dos alunos, dos professores, dos outros agentes educativos, numa palavra, da própria instituição.

A sociedade e, designadamente, as suas diversas instituições, organizações e serviços, precisa, cada vez mais, de profissionais para as diferentes funções com uma formação, uma preparação em que as classificações, as notas já não são os indicadores mais importantes. O desenvolvimento pessoal e interpessoal dos sujeitos, as suas capacidades de liderança, a sua maturidade psíquica e social, o bom senso e equilíbrio começam a ser referências determinantes. O sucesso académico não poderá deixar de ter em conta esta nova realidade que faz certamente apelo a um novo conhecimento e a uma nova aprendizagem que implica transformações profundas ao nível das pessoas e das instituições.


3. Envolvimento do docente universitário

No projecto “Factores de sucesso/insucesso no 1º ano dos cursos de licenciatura em Ciências e Engenharia no ensino superior” em que emergiram claramente 4 grandes vectores: os alunos, os docentes, os currículos e a escola, sem descurar nenhum deles, temos ido chegando à conclusão que os docentes constituem uma peça fundamental para o sucesso académico. É nossa convicção que, não obstante, a necessidade de desenvolvimento de gabinetes de apoio aos estudantes, aos professores e a outros agentes institucionais e organizacionais, no interior e exterior da universidade, se não se conseguir um envolvimento efectivo, empenhado e consciente dos docentes, o sucesso académico dos alunos não será muito significativo e, certamente, não se conseguirá aquela qualidade e excelência institucional que tanto se deseja e apregoa. Truques de publicidade e de markting não resolvem este problema.

O docente universitário terá que readquirir a sua verdadeira função e importância na academia e na sociedade. Assim, por exemplo, nos dias festivos e, sobretudo, na abertura dos anos lectivos, deveria ser proporcionado dar voz aos representantes dos docentes da Universidade dando-lhes possibilidade de proferirem conferências ou outras intervenções nas sessões públicas sobre temáticas ligadas com as actividades pedagógicas, científicas e de investigação evitando um certo “vedetismo” de pessoas do exterior a que temos assistido, com frequência. É tempo de dar mais voz à Academia e, não apenas, aos seus legítimos representantes administrativos dos diferentes órgãos de governo. Há excelentes especialistas nas universidades e nas diferentes áreas do saber que não são inferiores aos de outras instituições nacionais e estrangeiras. Talvez, fosse bom começar a pôr mais ênfase no docente, no professor que vive quotidianamente com o aluno para ser um dos “comunicadores” privilegiados nos eventos da Universidade porque é, no dia-à-dia e na convivência que são revelados os limites e as possibilidades dos diferentes actores nas actividades de ensino-aprendizagem, de formação.
 
Incentivar a auto-estima da Academia e de todos aqueles que dela fazem parte constitui uma condição fundamental para o seu próprio sucesso.

Este tema do envolvimento dos docentes no sucesso académico é-nos particularmente caro e, de certa forma, diferencia-nos de outras instituições, nas propostas de intervenção que temos apresentado para a promoção do sucesso académico no ensino superior. Daí, o destaque genuíno que lhe quisemos conferir nestas segundas jornadas. Esperamos que o debate se faça de uma maneira aberta e se procure ir ao encontro dos verdadeiros problemas que afectam as instituições do ensino superior e, designadamente, as universitárias, contribuindo assim para um maior sucesso académico dos alunos, dos professores e das próprias instituições.

Aveiro, 19 de Dezembro de 2000

O responsável pelas Jornadas
Prof. Doutor José Tavares
 

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Revista Interuniversitaria de Formación del Profesorado, nº 40, Abril 2001, pp. 215 - 220